quarta-feira, 9 de janeiro de 2013
terça-feira, 8 de janeiro de 2013
Em bolas de sabão...
Deviam vir os sonhos. Embalados no doce soprar das crianças, sejam elas de 5 ou 50 anos. Deviam manter-se assim, como as bolas de sabão, serenos, incertos na direcção mas certeiros no objetivo. E o mais importante, deveríamos todos olhar os sonhos como as crianças olham as bolas de sabão: sabendo que foram por elas criadas e que, por isso, merecem contemplá-las até ao último brilho, até ao último "plim" no abstrato, sem quês nem porquês. Depois... depois é só deixarmos que outros sopros nos façam subir alto como elas, as bolas de sabão.
terça-feira, 1 de janeiro de 2013
Midnight in Lisbon
Pois que se cumpriu a melhor festa de passagem de ano de Lisboa: Midnight in Lisbon com assinatura da M.
Viva 2013!
Viva 2013!
segunda-feira, 31 de dezembro de 2012
2013
Bem sei que as mensagens de ano novo começam a ser repetitivas mas não quero deixar fechar um ciclo, aliás, iniciar um ciclo (quero começar a ver as coisas do lado do copo meio cheio), sem fazer um balanço para ir bem embalada para 2013.
Foi um 2012 repleto de coisas boas :) E 2013 virá ainda com melhores notícias, melhores momentos, melhores companhias, melhores descobertas, melhores vivências, melhores realizações, melhores surpresas, melhores histórias, melhores desabafos, melhores saídas, melhores conversas, melhores miminhos.
A todos, desejo que sejam felizes! E eu também.
Com mais ou menos dinheiro no bolso, isto é mesmo o que menos importa por isso que tenhamos tudo o resto!
Estejam atentos aos patchás desta vida e despertem patchás por esse mundo fora : )
(em 2013 falo-vos da teoria do patchá)
Sejam felizes!
Antes que me esqueça...
... da importância das expressões, aqui fica uma: "vou lá para pôr gasolina". Disse a senhora O. enquanto preparava o almoço com requinte na salinha das refeições, com a trupe das marmitas a seguir-lhe os passos.
"Sim, é assim que me sinto quando lá vou", reforçou. Convicta.
E eu olhei-a atentamente e pensei, "Bolas, é mesmo isto. Não há melhor expressão para dizer ao que me sabem as idas à minha terra do nunca, ao meu país das maravilhas: Aldeia Velha".
Vou lá pôr gasolina e volto. E o preço da ida nem tem conta nem medida. Venho de lá abastecida, firme e recomposta. Sem pensar no aumento, na diminuição, na estagnação ou na indecisão e na concorrência desleal.
Haverá melhor posto de combustível que este? Não.
E já agora... Estou "a precisar de gota".
sábado, 29 de dezembro de 2012
Deve ser por isso.
Às vezes tenho saudades vossas. Às vezes penso em vocês e, a seguir, volto a esquecer-me para não me lembrar de novo. Às vezes penso que estão à distância de uns distritos, de umas curvas na estrada, numa viagem de 5horas. E depois volto a lembrar-me e a querer esquecer-me. Às vezes, julgo que estão à distância de um telefonema, de um "olá amiga, o teu avô está aqui ao meu lado com as tonterias de sempre" e depois percebo que, afinal, as tonterias só em mim existem. E naqueles que as conheceram e na casa onde vão estar para sempre.
E depois, volto a querer esquecer-me. Porque sei que não estão à distância de uma viagem, de um telefonema ou de uma época de férias para vos abraçar. E dos abraços... Dos abraços tenho eu falta. Todos os dias. Tenho falta quando me sinto pequena e quando me sinto grande. Quando sinto que estou sozinha e quando sinto que estou rodeada de gente que me quer bem. Porque eu quero-vos tão bem, como me diziam tantas vezes... E depois, depois esqueço-me e olho só de esguelha para o chapéu do avô na minha estante. E olho para os teus óculos na minha direcção. E sinto que todos os bocadinhos me são próximos, estão comigo onde quer que esteja. E deve ser por isso que às vezes me esqueço...
E deve ser por isso que me custa escrever-vos.
Deve ser por isso que ainda não vos disse tudo o que vos disse quando vos tinha comigo.
E, assim, fico guardada nos vossos braços. Como sempre me guardaram. E deve ser por isso, deve mesmo ser por isso...
sábado, 15 de dezembro de 2012
Fim-de-semana Caseiro
Entre folhas e mais folhas e mais umas quantas confusões na minha cabeça, uma manta nas pernocas e um encosto na cama, assim está previsto passar-se o fim-de-semana.
A verdade é que esta coisa de ficar em casa, mesmo que com mil coisas para fazer, me deixa um bocadinho low profile.
Mas havendo músicas de Natal e um friozinho que convida ao aconchego para dentro, cá me vou mentalizando. E parecendo que não, se me abstrair do resto até faço umas coisas produtivas, um crumble de maçã já cá canta seguem-se os afazeres do trabalho e a preparação para o aniversário dos 23 (:
Frio e sossego preciso eu mas só os de Aldeia Velha.
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