segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

That Chair

Hoje, rodeada de trailers e frente a frente com um pc sem espaço no disco, apetece-me escrever.
Deu-me aquela vontade sorrateira de escrever muito, sobre muita coisa. Ou então escrever muito, sobre nada, que também serve e sabe tão bem. Talvez esta vontade tenha vindo porque estive a cuscar blogues e a ler coisas giras no jornal Metro. E não, não é porque hoje é dia dos namorados e os corações andam cor-de-rosa. Eu ando todos os dias em tons rosa choque e não é só no dia dos namorados, é preciso que se tenha em atenção este pormenor!
Estou na redacção, rodeada por pessoas que trabalham a ritmos diferentes. Umas desesperadas para que as coisas se façam a tempo e horas, outras com horas e tempo para pôr a conversa em dia e falar sobre a colecção de primavera, que já está nas lojas, ou até sobre as traquinices das filhas já nascidas e os desejos das mães com as filhas por nascer.
Tenho vontade de ser tão boa profissional como tantos profissionais desta casa, já com anos e anos de experiência em cima. Tenho um longo caminho pela frente, muita coisa para aprender, outro tanto para pôr em prática e mais ainda para questionar e procurar respostas.
Até lá, vou esforçar-me. Vou mesmo!
Um dia hei-de estar ali, naquele lugar que observo com atenção da minha cadeira vermelha e do meu computador com o disco cheio e rodeado de coisas minhas. Um dia hei-de ser eu. Porque não?! Depende de mim ( e também de quem me queira dar trabalho) mas hei-de conseguir.
E agora, gosto de estar aqui nesta cadeira, a olhar atentamente para os profissionais que passam, a escutar os textos lidos com entoação, a absorver os conselhos dos mais sábios, a tentar perceber o que há de especial em cada um para que este lugar tão especial lhes tenha sido atribuído.
Até lá... Continuo a observar, a aprender, a escutar. Até lá... Continua com a minha gelatina a fazer-me companhia. Com a minha tosta de pasta de atum e o galão à espera no bar (nesta bar, noutro bar. com pasta de atum ou outra). Até lá continuo com a vontade e a certeza de que um dia hei-de ser eu. E vou ser.
Se é difícil? Sim. Muito. Mas a vontade é maior...



O amor é...

"Amor é quando a avó Edite faz batatas fritas ao almoço, porque eu lhe pedi. É quando o meu primo Bernardo me beija e aperta tanto que até dói. É quando a minha mãe me acorda e me chama docinho...". Luzia Lima, 8 anos

"Amor é assim quando se ama alguém. É como ser namorados... mas eu não sei ainda o que é preciso para ser namorado. É como eu que gosto da minha mãe. (sopra) Ai é complicado..." Guilherme do Carmo, 7 anos

"Amor é comprar flores, escrever cartas de amor, fazer festinhas e dar um beijinho na boca.", Leia Poderoso, 7 anos

"Amor é fazer-lhe um desenho e oferecer um presente.", Alexandre Poderoso, 7 anos

"Amor é uma amizade muito forte que nos une, para sermos mais felizes.", Madalena Pinto, 9 anos

"Amor é uma pessoa ter um sentimento forte por outra pessoa. Por exemplo: dar carinho e dar muita paixão.", Tomás Gomes, 10 anos

E isto não é amor?
É. Amor e do forte!

Jornal Metro

sábado, 12 de fevereiro de 2011

"O dia em que a multidão foi maior do que o Cairo"

"Ahmed Shamak diz que a internet foi importante porque abriu os horizontes aos jovens. "Os nossos media eram controlados pelo regime, e eram mentirosos. Não nos falavam do mundo, não nos mostravam a verdade. A internet permitiu-nos saber o que se passava. Ver que havia outras formas de vida. A internet fez-nos pensar""., Público

"O dia em que a multidão foi maior do que o Cairo"